Mais direitos significa menos liberdade

Na imagem acima temos a tradução perfeita do que a política de “mais direitos” leva. Um dos maiores efeitos da propaganda de esquerda é ofertar mais direitos, ainda que isso represente um uso ainda maior de dinheiro público. Conforme isso se mostra uma má ideia, rapidamente os críticos aparecem para dizer algumas verdades. Prontamente a propaganda esquerdista dispersa esses mesmos críticos ao acusá-los de querer remover esses direitos.

No entanto o maior direito que um político pode dar a um cidadão é reduzir-lhes os gastos. Não adiantará nada aos oposicionistas da esquerda não deixar isso claro: mais direitos é igual a mais inflação, mais juros, que corroem o futuro, e mais inflação, que é uma espécie de imposto criado a partir da impressão de dinheiro na casa da moeda.

Se você quer evitar o colapso da economia do seu país, faça de tudo para falar a verdade: mais direitos é igual a menos liberdade. Você tem menos liberdade do que fazer com o seu próprio dinheiro. Na verdade, quem acredita nessa bobagem de “mais direitos” está praticamente dando as suas mãos para as algemas.

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Empresário Ricardo Pessoa sendo preso na Lava Jato

A foto que ilustra o post é do empresário Ricardo Pessoa quando foi levado pela Lava Jato. Símbolo dessa nova fase que vive o Brasil, serve de recado de que apoiar uma política de esquerda a qualquer custo, em nome do rápido enriquecimento, pode resultar em ser pressionado por uma máfia a obter mais dinheiro. Ser um canal de dinheiro para políticos, no fim, pode resultar em obras inseguras e trabalhos mal feitos. No fim empreiteiros merecem a cadeia da mesma forma que políticos populistas que usam essas ideologias assassinas para justificar suas ações mórbidas.

Mórbidas porque mais direitos significa mais mortes. Veja a nossa saúde pública, mais parecida com um verdadeiro matadouro de seres humanos. Se não há verdade maior do que essa, resta saber que verdade se busca: os mesmos brasileiros que têm medo de outros políticos tirarem “os direitos dos pobres” não vivem como pobres. Aliás, sequer se preocupam com a miséria. O problema desses é que acreditam em políticos vendedores de milagres, e não de políticos que trabalham pela eficiência dos serviços públicos.

Para os políticos de direita do Brasil fica o recado: não tenha medo de acusar as políticas de esquerda como de manutenção da miséria. Não tema criticar esses programas sociais como ineficientes em tornar a população mais rica. Explique ao povo com clareza: esses direitos todos fazem todo mundo ficar mais pobre. E o ideal é que a sociedade enriqueça com menos impostos, menos subsídios e menos interferência governamental nos negócios para aumentar a competição, reduzir inflação e promover crescimento.

Não é difícil imaginar isso acontecendo. O que de fato melhora a vida das pessoas não é ter uma pensão do estado a mais que banque o seu cotidiano, e sim ter a capacidade de produzir e a facilidade de criar novos negócios. O empreendedorismo sempre será um caminho muito mais perseverante na criação de riqueza do que qualquer tipo de assistencialismo. Apenas estimular o povo miserável a consumir sem estimulá-lo a produzir resulta em crescimentos artificiais e reduções de pobreza baseadas em estatísticas que desconsideram a inflação.

A esquerda, portanto, adora inflação para vender estatísticas de crescimento fantasiosas. Mantém as pessoas na miséria e na mediocridade para vender uma ilusão de que isso é riqueza. E acusam os adversários de querer arrancar deles esses benefícios que funcionam como verdadeiras algemas. É preciso denunciar a prisão que esses direitos representam. E que liberdade, de verdade, é pagar menos impostos, menos juros, gerar valor para a economia.

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