A solução para um Brasil invertido

Nos Estados Unidos, “liberal” é um esquerdista “revolucionário” e subversivo, enquanto “conservador” é quem defende os valores de liberdade, igualdade e fraternidade, que são a base da constituição americana.

Os “conservadores” querem “conservar” a liberdade cristã americana, que permite a todos buscar a felicidade igualmente.

No Brasil, “liberal” é quem defende a liberdade e quer buscar a felicidade, enquanto “conservador” é quem defende as mesmas ideias antigas, mantidas “em conserva”, de comunismo, socialismo e outros “chatismos” da esquerda tradicionalista brasileiro.

O que ocorre no Brasil é que, como sempre fomos um país construído ao redor do populismo, os “conservadores” daqui querem “conservar” esses ideais natos e presentes no inconsciente coletivo nacional.

É tanto cabresto, por tantos séculos, que aqui a situação se inverteu.

Um liberal no Brasil, portanto, não pode ser “conservador” no sentido tradicional, pois não podemos “conservar” esse vício em cabresto, em cabide, em nada fazer.

Enquanto houver brasileiros pensando que a vida é prestar concursos públicos para depois não fazer nada a vida toda, o Brasil não irá crescer de verdade para o tamanho que deveria ter.

O liberal brasileiro deve, portanto, quebrar esse paradigma “conservador” marxista nacional para criar uma nova visão de país, voltada para a liberdade, igualdade e fraternidade, evitando criar ódios e lutas entre o próprio povo.

Trata-se de tarefa árdua, já que o nosso país não defende a livre iniciativa. Estamos tão acostumados a achar que o “governo”, essa entidade invisível, irá prover tudo para o povo ad infinitum que muitas vezes acreditamos que existe algo como “dinheiro público”.

Fique atento: os socialistas inventaram essa expressão “dinheiro público” para iludir os desatentos. Não existe dinheiro público, o que existe é dinheiro dos pagadores de impostos.

Assim como não existe almoço grátis, não existem pensões grátis, nem benefícios grátis, nem salários gratuitos. Portanto, para sermos liberais no Brasil, é preciso quebrar o ciclo da mesmice mostrando que é gerando valor que iremos gerar uma sociedade capaz de ser o gigante de que fala o nosso hino.

É, portanto, revolucionário ser um liberal no Brasil. E ser marxista por aqui é que é ser conservador. Temos de inverter o jogo para sermos normais. É óbvio que essa nossa “normalidade” não faz bem aos números de inflação, desemprego e violência.

Para que o gigante deitado em berço esplêndido se levante, é preciso ter iniciativa. E não há iniciativa num país de anestesiados inertes.

É preciso ir além da anestesia do socialismo para uma revolução do trabalho, da inovação, do empreendedorismo e, sobretudo, da liberdade de expressão, de ação, de religião com responsabilidade individual e respeito.

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