The Great Reset: o novo normal, a engenharia social e o coronavírus

Há um país no mundo onde a internet é bloqueada e as pessoas, para saírem de casa, precisam responder um questionário para ter permissão de saúde. Você é intensamente vigiado por colegas e amigos membros de um partido que está a anos no poder. E precisa conceder todas as suas vontades e ideias para a vontade desse partido.

Esse país é a China, que anda exportando muitas dessas ideias para o mundo por causa da pandemia do novo coronavírus. COVID-19 está sendo usada como argumento para quase todas as tentativas dos governos de estabelecerem como um “novo normal” a engenharia social, uma prática comum em ditaduras socialistas agora presente em todas as partes do mundo.

Não saia de casa ainda. Coloque sua máscara e leia atentamente esse texto sob vigilância pública. Experimente ler isso agora em uma cafeteria. Você certamente estará com máscara no bolso enquanto prova o seu café, com alguma receio de estar próximo demais de um senhor idoso que degusta seu bolo. Afinal, você saiu de casa espirrando e achou que era só alergia, mas pode ser apenas mais um contaminado por esse vírus ardiloso. E nem estou falando que é o coronavírus. Este novo vírus já tem até nome. Se chama: “The Great Reset”.

Não é que ele não existe. Ele existe, sim. O problema é entender se os testes existem. Afinal, muitos dos testes foram fabricados na mesma China, de onde, até se sabe, veio o vírus. Um acaso do destino, aliás, confinou o vírus à uma província específica que, por sinal, é conhecida por ter muitos trabalhadores da indústria têxtil que viajam pelo mundo e voltam para a casa justamente no “Ano Novo Chinês”. A maior parte deles, aliás, trabalha na Itália, na região de Firenze.

Essa realidade dos negócios global ajudou a tornar um problema regional em um problema local. O problema regional, como se vê em números “oficiais”, foi resolvido na China, país em que a pandemia não vigorou. O que era claro: num país sob forte vigilância e engenharia social da população, o controle é muito mais simples. Agora em países latinos, como a Itália, Brasil e outros, onde a vida social é parte da cultura e onde ainda há alguma liberdade, o vírus prolifera. E, com ele, a tentativa assanhada de políticos de toda parte tentando imitar a China, importando insumos hospitalares e remédios junto com políticas públicas que beiram a ditadura orwelliana.

O Governo do Estado de São Paulo está, hoje mesmo, fazendo uma pesquisa interessantíssima que mostra o quanto estamos caminhando nessa direção. Não bastassem todas as políticas de “distanciamento social” que só prejudicam a economia brasileira, não trabalha de forma efetiva para resolver problemas reais, e tampouco contribui para que, de fato, as pessoas não adquiram o vírus.

A solução óbvia para um vírus sem vacina, mas com tratamento, é investir em tratamentos profiláticos e inteligentes, buscando verificar as condições reais das pessoas antes de dar este ou aquele remédio. Para isso é preciso coisas simples, como aumentar a capacidade de exames, melhor preparo de protocolos médicos para a COVID-19, e transparência para a população. Se há remédios, como é caso da Ivermectina, Vitamina D e Zinco que podem servir como tratamento profilático ou inicial dos primeiros dias, por que insistir em quebrar a economia dessa forma? Porque se trata de importar, junto com as vacinas, as políticas chinesas.

Temos coisas curiosas ocorrendo no Estado de São Paulo. Recentemente circulou uma notícia que Dória teria nomeado executivos chineses para a CPFL, uma companhia de energia de São Paulo. A notícia, em si, era falsa, porque Dória não nomeou chineses para a CPFL. E isso era a mais absoluta verdade. Porém, a CPFL é uma empresa que hoje tem 54,64% de participação acionária da State Grid, uma empresa, pasmem, estatal chinesa, que presta serviços de energia para 88% dos domicílios na China.

De quem a State Grid comprou essa participação volumosa? De vários fundos de pensão, incluindo o Sabesprev e Fundação CESP, onde a influência do governo do Estado de São Paulo pode ser devidamente imaginada. Convém ao Dória deixar claro que não nomeou, mas trabalhou para que esses chineses, que trabalham para uma estatal chinesa, estivesse lá.

Mas não se trata de algo pós-pandemia. Na realidade, Dória já estava comprometido com a causa, quando, em janeiro, avisou que os chineses seriam agressivos nas privatizações. Sob a falsa argumentação de que “era hora de dar espaço a empresas privadas”, facilitou que membros do partido comunista chinês controlassem empresas importantes. Como se empregados de estatal fossem, afinal, “empresas privadas” sob os olhos desse governante.

Da mesma forma, Dória vem atuando para facilitar com que os chineses comprem fábricas de caminhões. Por que interessa para Dória se envolver em negócios privados? Qual a intenção de facilitar negócio com os chineses, o que ele ganha com isso? Ganha apoio político da China para poder ter força nas eleições de 2022. Mas como poderá ele ter força se o brasileiro está percebendo o cheiro de ditadura e as políticas de engenharia social que querem implantar por aqui?

O risco é alto. A China de Mao ainda é inspiração para muitos intelectuais orgânicos da esquerda brasileira. Com a centro-esquerda também abrindo mão das liberdades e da democracia para caminhar nessa direção, prova apenas, mais uma vez, que não existe socialismo light. O que existe, no fim, são engenheiros sociais com diferentes técnicas e métodos para chegar ao mesmo fim.

E o novo fim, até mesmo para os megacapitalização, é o que eles estão chamando de “O Grande Reinício”. Na verdade é mais uma tentativa de identificar o ponto máximo do capitalismo, previsto por Marx, para que se inicie um processo que leve ao socialismo. E não estamos aqui falando de políticos petistas ou membros do PCO. Estamos falando do fundador do Fórum Econômico Mundial, Klaus Schwab, que apostou nesse tema para o fórum.

Klaus Schwab deixa claro que o novo coronavírus é uma oportunidade de levar o mundo capitalista para o socialismo em moldes similares aos da China

Quando vamos examinar o que esse “The Great Reset” significa, o que vemos é uma agenda totalmente fascista, desumana e contra as liberdades individuais. Trata-se de algo que vai ser imposto pelos poderosos de Davos. E alguns apoiadores da ideia já deixam claro: trata-se de algo que é bom para todos e que não precisa de apoio democrático, que só iria atrasar tudo. Porém sabemos a verdade: quando algo é bom, ele é transparente, e não vem empacotado sob uma palavra misteriosa e um site mais misterioso ainda, como é o caso do greatreset.com.

Muitos de nós não vamos concordar com “The Great Reset”, mas teremos de engolir esse socialismo globalista mesmo sem querer

Esse artigo serve de alerta, uma vez mais, quanto às surpresas desagradáveis do mundo. Estamos vendo isso aos poucos, com um pouco mais de totalitarismo por dia. Com doses homeopáticas, eles esperam que fiquemos devidamente programados a aceitar esse controle. Até que, em duas ou três gerações, essa normalidade já será considerada como aceita e estaremos todos escravizados pelo estado.

Para evitar que isso aconteça, o que você precisa fazer para manter a sua liberdade é muito simples: basta desobedecer. A desobediência civil sempre foi e sempre será o maior caminho para a liberdade contra a tirania insidiosa. Prepara-se para desobedecer conscientemente. Ou será escravizado.

Para saber mais, assista ao vídeo abaixo e entenda o que isso significará em nossas vidas:

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