Coronavírus: a ciência, a fé, a ignorância e a imunidade

Você tem sentido dificuldade para respirar e fadiga. Também tem sentido o coração bater mais rápido, anda esquecendo das coisas, tendo insônia, dificuldade para acordar, pesadelos ou delírios, com aumento ou redução do apetite e com dificuldades de concentração. Você está sentindo os sintomas de uma das doenças que mais mata no mundo: o estresse.

Conhecida na medicina como “estresse pós-traumático”, a doença acomete soldados, médicos, enfermeiros, trabalhadores em geral, estudantes e diversas pessoas que passam por jornadas estressantes, por traumas psicológicos ou por situações adversas. É uma doença que mata muito, pois suas complicações levam a problemas cardiovasculares, problemas neurológicos e até mesmo a doenças auto-imunes ou neurodegenerativas.

Há uma epidemia de estresse no mundo nesse ano de 2020. E ela levará ainda mais vidas do que o novo coronavírus, SARS-CoV-2, causador da COVID-19.

Vivemos um momento parecido, em que a ignorância passa a ser maior do que a ciência, a ansiedade torna-se amplificada e a sensação de impotência cresce inversamente proporcional à nossa mobilidade. Ansiamos por melhores dias, quando a sensação de meramente sair de casa não parecerá um crime, e que, ao tocar os idosos que conhecemos, não tenhamos medo de um contágio inexorável.

Sem poder sequer ir à igreja rezar uma missa, o cidadão brasileiro encontra-se agora devidamente atomizado. Similar ao que ocorreu com o povo em ditaduras comunistas mundo afora, mais do que nunca as pessoas se escondem. Já nem sabem em quem confiar ou no que confiar. O excesso de informação inunda as mentes de informações aleatórias e descompensadas. Esquecemos do que é óbvio e do que é lógico para tentar explicar a nossa atual situação.

E a atual situação não é simples. Um grande experimento de engenharia social está sendo feito. Tradicionalmente, quando isso ocorre, o que vemos é um número maior de pessoas mortas. E não será apenas por coronavírus. Veremos mortos de fome, mortos de sede, mortos das outras centenas de doenças que continuam nos acometendo, dia após dia.

Nesse experimento de engenharia social, governantes tentam saber o quanto podem controlar da população, como se fossem o gado deles, mudando o regime de pasto, na rua, para o regime de confinamento. O governante, mais do que nunca, tem nas mãos o poder de controlar as pessoas no seu direito de ir e vir. Na sua capacidade de interagir com o próximo. No medo de transmitir uma doença que, no fim, já se espalhou e já não há mais como lutar contra a infecção.

A ciência já disse muita coisa sobre o vírus. No Brasil mesmo, pesquisadores começaram, ainda em janeiro, a testar, utilizando inteligência artificial, mais de 2000 medicações que poderiam ser úteis contra o vírus. Após esse processo de análise molecular, começaram os testes in vitro com 16 substâncias para saber o quanto elas podem contribuir.

Os governos americanos, brasileiros e ingleses já estão testando a combinação de hidroxicloroquina com azitromicina para reduzir as partículas virais. Essa combinação é poderosa, pois a azitromicina combate a pneumonia bacteriana que poderia ocorrer depois da inflamação causada pelo vírus, enquanto a hidroxicloroquina impede que o vírus entre dentro das células, impedindo a reprodução das partículas do vírus e auxiliando o sistema imunológico no controle das doenças.

A hidroxicloroquina faz isso ajudando o zinco a entrar nas células. Daí a importância desse mineral no combate a doenças virais e bacterianas. Sua presença inibe a reprodução dos vírions e consegue, com isso, acelerar a melhora dos pacientes.

Mas será mesmo que só ficar em casa é a solução? Com certeza não é a melhor de todas. Estamos vendo, na Itália, picos de infecção, mesmo após a população ficar em casa. Como isso é possível? É muito simples: as pessoas já infectadas sem sintomas estão ficando em casa com familiares e amigos sem a infecção. As casas das pessoas já estão se tornando ambientes cheios de partículas do vírus e as pessoas não estão nem tendo noção do que ocorre.

Ficar em casa aumenta ainda mais as chances de se transmitir a doença a idosos, que, em muitos lares, convivem com as famílias e não têm como ficarem totalmente isolados. A única forma de funcionar isso de “ficar em casa” seria se todos os cidadãos do Brasil morassem sozinhos. Muito poucas pessoas moram sozinhas neste país.

O que de fato funciona é aquilo que ninguém está dizendo. O que funciona, numa situação onde não há remédios confirmados ou vacinas à vista, é a única coisa que tem funcionado há mais de 10 mil anos: o sistema imunológico humano.

Apesar de não ser perfeito, ele funciona muito bem contra essa virose. Se estamos falando de uma mortalidade de 3%, significa que 97% podem sobreviver ao vírus. Como aumentar a nossa imunidade, afinal, para podermos combater a guerra ao vírus e também a guerra pela nossa liberdade?

É muito fácil aumentar a nossa imunidade. Basta dar ao nosso corpo tudo de que ele precisa. A lista é simples: comer alimentos que contenham todas as vitaminas conhecidas, como frutas, vegetais, carnes e ovos, tomar suplementos e comer alimentos com zinco, como o alho, evitar alimentos processados, não usar álcool ou outras drogas, dormir bem, meditar, tomar um pouco de sol todos os dias para poder absorver e gerar vitamina D, praticar atividades físicas, estimulando o corpo a ter desafios, respirar profundamente por 1 minuto a cada hora, ficar de pé 5 minutos a cada hora e buscar atividades que diminuam a ansiedade, a depressão e o estresse. Além disso, o que aumenta a nossa imunidade é tomar as vacinas corretamente e garantir que elas estejam em dia. Afinal não adianta nada não pegar COVID-19 e morrer de sarampo ou influenza.

Isso não está sendo dito em lugar nenhum para você. Isso pode parecer óbvio, mas é menos do que você imagina. Provavelmente, poucas horas antes ou depois de ler esse texto, você comeu ou comerá algo riquíssimo em carboidratos. Isso é porque o carboidrato faz com que o cérebro sinta algum conforto diante de todo o desconforto que estamos vivendo. Acredite: prejudicar a sua saúde agora não é uma boa ideia.

Diante desses fatos da natureza, é esplêndido o quanto essas informações simples não circulam. Elas seriam muito mais positivas e verdadeiras. Não precisamos esconder fatos conhecidos da ciência do grande público. Se é necessário alguma transparência, essa deveria ser a transparência que evitaria o pânico. E ajudaria as pessoas a se cuidarem melhor com informações e argumentos bastante razoáveis.

Mas o que vemos? Só paranoia e ignorância. Estamos assistindo a destruição de nossa fé e da nossa ciência. E digo fé, porque a fé não é exclusiva das religiões. Nós temos fé na verdade. E a verdade é que a maioria de nós já está preparada para qualquer desafio. E a outra parte poderá contar com a ajuda de remédios, caso necessite. Não há tanta necessidade para o desespero. Mas a maioria dos brasileiros quer tomar de novo para si a sua liberdade, que nunca foi tão grande, mas jamais foi tão tolhida.

Tirar a nossa liberdade é, no fim, uma das piores pandemias que a China poderia espalhar. Promover o controle social é, no fim, uma das piores coisas que poderiam nos ocorrer. Viver livre é correr em campo aberto. Viver como escravo é como atirar-se de um abismo sem que isso tirasse a sua vida, aprisionando a alma ao corpo sem nem uma morte para nos libertar.

É melhor abraçar o abismo do que se jogar nele.

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